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Com a reinauguração do Armazém da Família em algumas cidades da região, moradores poderão voltar a comprar mais por menos

Com alimentos e produtos de higiene 30% mais baratos que em mercados convencionais, o Armazém da Família é uma saída para famílias com renda mais baixa. A necessidade é tanta que o programa foi promessa de campanha em muitas cidades da região. Agora, já no segundo ano de mandato, esse sonho começa a se tornar realidade em alguns municípios.

É o caso de Mandirituba. A unidade do Armazém da Família será reaberto já em fevereiro. Na última segunda-feira (29) funcionários começaram a fazer o recadastramento das pessoas que poderão utilizar o programa.

De acordo com a secretária de Agricultura e Meio Ambiente Alessandra Clemente, o processo demorou um pouco porque haviam muitos trâmites burocráticos do governo e ainda a questão da certidão negativa da cidade, que já foi resolvida.

Além disso, o sistema é novo. “O pessoal esteve em treinamento do dia 2 até na semana passada para operar o novo sistema”, afirma. A prefeitura já está anunciando nas mídias locais sobre esse recadastramento que está sendo feito no próprio Armazém, ainda localizado no terminal rodoviário. O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Boas notícias também em Agudos do Sul. O Armazém que estava fechado há mais de um ano, já tem reinauguração marcada para o próximo dia 9 de fevereiro, às 11h. De acordo com o coordenador do Armazém, Jean Rodrigo Fiorenzano, a inauguração contará com autoridades locais e da capital e toda a população está convidada.

“A expectativa é boa. A população está aguardando já faz mais de um ano e a gente quer atender o máximo de pessoas possíveis”, diz. Segundo ele, a necessidade é grande e, por isso, a maior parte dos cadastramentos já foi realizada. Quem ainda não conseguiu e tem renda de até 2,5 salários mínimos na família, pode procurar diretamente a prefeitura do município.

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Em Fazenda Rio Grande, o Armazém da Família está sendo remodelado. Enquanto isso, as famílias de baixa renda estão se cadastrando junto à Secretaria de Assistência Social do município e realizando suas compras em Curitiba.

Segundo a comunicação da prefeitura, os processos de Logística e de compras estão sendo modernizados para atenderem em breve à população. Além disso, a gestão tem buscado reformular o convênio com a Prefeitura de Curitiba, que foi encerrado após o término da antiga gestão da Capital.

Em Quitandinha, o Armazém ainda não existe, mas os planos, sim. De acordo com a assessoria, a prefeita Maria Júlia tem interesse no assunto, que foi inclusive proposta de campanha. No ano passado, ela chegou a ir na Secretaria de Abastecimento de Curitiba, para conversar sobre a possibilidade de um convênio.

Nesse ano, o trabalho nesse sentido deverá continuar. Até então, os entraves tem sido conseguir a parceria com a prefeitura de Curitiba e os custos em si, que segundo a assessoria, são altos.

Mas quanto é que custa pra manter, por mês, um Armazém da Família? Veja o infográfico abaixo.

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Por: Dayanne Wozhiak

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