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Região Metropolitana em discussão na Comec

Soluções de problemas da RMC foram discutidas pela Comec na Câmara Municipal de Mandirituba. O transporte coletivo despertou a atenção do presidente da Comec, Gilson Santos

Gilson Santos esclarece projetos da Comec para o ano de 2020, como o Plano Diretor

Por Léo Souza

Os problemas dos 29 municípios que integram a Região Metropolitana de Curitiba (RMC) foram discutidos durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Mandirituba, na noite desta terça-feira (8). A sessão contou com a presença do presidente da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), Gilson Santos. Ele lembrou que a população da RMC corresponde a 35% da população do Paraná e reúne quase 50% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.

Embora apresente muitos desafios, a RMC também apresenta grandes potenciais. Em 2020, haverá prioridade no Plano Diretor de Desenvolvimento da Região Metropolitana. Segundo Gilson Santos, o último Plano Diretor foi realizado em 2006, há 13 anos. À época, a estimativa da população da RMC seria de 8 milhões de habitantes, mas os números apontam 3,8 milhões de habitantes. “Não chegou nem na metade de habitantes do que foi previsto em 2006. Então nós temos que repensar esse planejamento”, alertou o presidente da Comec.

Gilson Santos (centro) ao lado do presidente da Casa, Fernando Teixeira, e do Prefeito Luis Antonio Biscaia

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE, a partir de 2040, o crescimento populacional vai se estabilizar. A maioria dos municípios da RMC foram incorporados por decisões políticas que por funções de interesses públicos comuns. São os casos de Tunas do Paraná e Piên, que integram a RMC, mas não estão próximos de Curitiba e dos demais municípios, como Mandirituba e Fazenda Rio Grande, que sentem a conturbação urbana. “Nós não queremos tirar nenhum município da Região Metropolitana, mas esse novo Plano Diretor vai dar oportunidade para que a gente possa rediscutir se realmente esse é o tamanho da Região Metropolitana de Curitiba”, explicou Gilson Santos.

O problema de mobilidade urbana, que inclui o sistema de transporte público foi o carro-chefe do debate na Sessão Ordinária na Câmara de Mandirituba. Somente em Fazenda Rio Grande, são 35 mil passageiros que se deslocam diariamente a Curitiba. A Comec está buscando soluções para esses problemas.

Membros do Legislativo Municipal atentos às explicações do presidente da Comec, Gilson Santos

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