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Luciana pede ao governador que não interrompa a compra da alimentação escolar da agricultura familiar

Pensando no prejuízo aos agricultores familiares e frustração da safra plantada nas lavouras, deputada sugere manter as compras de alimentos e distribuí-los aos asilos, hospitais, penitenciárias e casas de apoio, entre outras instituições contempladas pela ação social do estado.

 

Ao decretar o fechamento das escolas em todo o Paraná, a partir da próxima sexta-feira (20), como medida necessária para conter o avanço na proliferação do coronavírus, o adoecimento da população e a sobrecarga do sistema de saúde, o governo do estado decidiu também suspender a compra de produtos da agricultura familiar para a alimentação escolar. Tal medida acarreta em prejuízos aos agricultores que já plantaram e precisam colher os alimentos que seriam vendidos ao programa estadual.

Por isso, a deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) protocolou na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) nesta terça-feira (17) um requerimento ao governador Ratinho Júnior (PSD) e ao secretário da Educação, Renato Feder, para que sejam mantidas e não suspensas as compras de produtos da agricultura familiar para o programa da alimentação escolar durante a vigência do decreto nº 4230. “As camadas sociais de renda baixa sofrem mais as consequências provocadas pelo coronavírus. Os pequenos empresários, os agricultores familiares, os funcionários terceirizados e os informais, entre outros, têm suas funções e seus ganhos prejudicados pela situação”, disse a deputada Luciana.

“São necessárias, por parte do poder executivo nas esferas federal, estadual e municipais, medidas que apoiem e busquem garantir a renda de quem mais precisa. Há aproximadamente três semanas o governo estadual iniciou as compras da agricultura familiar para a alimentação escolar pública, os agricultores se prepararam para atender as demandas por produtos, plantaram verduras, frutas, prepararam as matérias-primas para a elaboração de alimentos processados”, reforça a deputada.

Pensando no prejuízo aos agricultores familiares e frustração da safra plantada nas lavouras, deputada sugere manter as compras de alimentos e distribuí-los aos asilos, hospitais, penitenciárias e casas de apoio, entre outras instituições contempladas pela ação social do estado.

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