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Vereador Bernardo Palu propõe que Poder Executivo de Mandirituba colabore financeiramente com a Amai

A Associação Mandiretubense dos Amigos dos Idosos (Amai) poderá receber uma ajuda mensal da Prefeitura de Mandirituba. O repasse foi proposto em projeto de Lei pelo vereador Bernardo Palu e já teve aprovação de todos os vereadores em primeira votação.

Atualmente, a casa abriga 21 idosos em situação de vulnerabilidade e depende de doações para se manter. Segundo o Projeto de Lei nº 073/2018, do vereador Bernardo, o executivo deverá repassar até R$ 30 mil por ano, podendo dividir a quantia em valores mensais de R$ 2,5 mil.

“O nosso município configura-se como um município pobre. São diversas pessoas ajudadas em diversos setores. E a Amai ajuda os idosos abandonados por suas famílias. Independentemente de eles terem uma aposentadoria ou não, são acolhidos lá”, conta Palu, sobre a importância da associação.

Segundo ele, é muito triste ver como os idosos são esquecidos pelas famílias e de como eles ainda esperam por uma visita dos filhos. “Tem uma idosa que fica olhando pela janela há mais de dez anos, esperando a família vir visitar. Porque na última vez que a filha esteve lá, disse que no mês seguinte voltaria. E até hoje ela aguarda visita da filha”, afirma.

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Sobre a Amai

Atuante desde 1994, a Amai é a “menina dos olhos” de Mandirituba. Criada pela comunidade, com iniciativa da professora Joana D. Palú Gelatti, a Associação tinha como objetivo inicial oferecer um lar a idosos como o sr. Dorval, que após receber alta hospitalar, não tinha para onde ir.

Desde sua fundação, a casa se mantém com doações de toda a comunidade, rifas e bingos. Hoje, parte da aposentadoria dos idosos que a recebem, também colabora com os gastos.

Após o falecimento da professora Joana, a associação passou a ser administrada pelas irmãs da congregação Sagrada Família, que ajudam voluntariamente em todos os cuidados com os moradores. As irmãs Jovita, Josefa, Terezinha e Jandira chegaram em março de 2004 e garantem a todos as quatro refeições diárias, medicação, assistência médica, fisioterapia e assistências social e psicológica.

A casa fica em uma chácara, com diversas flores e até horta que é mantida com o cuidado de todos. As portas estão abertas para receber visitas e doações.

Por: Dayanne Wozhiak

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