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O número elevado de homicídios em FRG volta a virar notícia

A criminalidade em Fazenda Rio Grande não para de virar notícia. Nesta segunda-feira (08), o jornal Primeiro Impacto, da emissora Rede Massa, transmitiu uma reportagem sobre o número expressivo de homicídios no município e o apelidou de “terra da bala”.

O Jornal O Repórter já falou sobre o assunto. No final do mês de março, o jornal publicou uma matéria sobre os índices de homicídios que marcaram a cidade nos anos de 2016 a 2018 e frisou que 2019 poderia ser um ano parecido com 2017, já que este foi o que mais registrou mortes violentas dos últimos três anos.

Casos vem assustando moradores
Foto tirada no dia do assassinato do idoso Jorge Procópio. Foto: Daniela Sevieri – Banda B

+ Mês de março teve alto índice de homicídios em Fazenda Rio Grande

Destacando os assassinatos que ocorrem em março, a equipe do Primeiro Impacto questionou o que estaria acontecendo no município e o motivo da Delegacia não se manifestar sobre os casos. A matéria relembrou as mortes, confira:

O bairro Nações, segundo a reportagem, é o mais violento, pois das oito mortes citadas, metade ocorreram nesta região.

01/03 – Primeiro dia do mês, Rua Madagascar. Um homem foi assassinado dentro de um bar com um tiro no rosto. Apesar de testemunha reconhecer o assassino, ele e seus comparsas fugiram após a execução;

10/03 – Segunda morte registrada. Dessa vez, um rapaz de 24 anos, conhecido como Maninho, foi executado com 18 tiros em frente a uma distribuidora de bebidas, na Avenida Brasil. Os assassinos fugiram;

21/03 – O terceiro caso ocorreu na Avenida Estados Unidos. Everton Azevedo de Lima, 33 anos, conhecido como Tom. Três homens o chamaram no portão de casa e atiraram sete vezes contra ele, que tentou correr, mas caiu morto em uma vala;

25/03 – E para fechar os homicídios que aconteceram no bairro Nações. Fabiano Ribeiro da Silva, de 29 anos, foi assassinado com quatro tiros. O crime ocorreu na Travessa Cuba e, mais uma vez, a lei do silêncio prevaleceu;

08/03 – Retomando os outros casos que aconteceram em outras regiões de Fazenda Rio Grande. Dessa vez, o palco para a brutalidade foi o bairro Iguaçu, na Rua Recife. Um idoso de 65 anos foi morto no lugar do filho. O assassino chamou o nome do filho de Jorge Procópio, que foi até o portão e informou a ausência do rapaz. Sem dó, ele foi executado com vários tiros e morreu na hora. O atirador fugiu do local;

22/03 – Mudando um pouco do foco das mortes anteriores, esta causa ainda mais dúvidas. O corpo de uma mulher foi deixado no meio da Rua Cacatua, no bairro Gralha Azul. De acordo com a Polícia Militar, marcas de espancamentos e corte no pescoço foram identificados;

20/03 – Um detalhe muito importante deste caso é descoberto pela equipe do Primeiro Impacto. Um jovem de 29 anos, servente de pedreiro, foi morto após chegar do trabalho. Ele estaria conversando com colegas na rua quando foi alvejado por quatro disparos. Segundo moradores que não quiseram se identificar e nem “falar com a câmera”, na região do bairro Iguaçu, existe uma lista com nomes de pessoas que estariam sendo juradas de morte.

A equipe, assim como O Repórter, tentou contato com a Delegacia da Polícia Civil de Fazenda Rio Grande e não teve resposta. Apesar disso, com estes casos citados acima, segundo a reportagem do jornal da Rede Massa, é possível afirmar que Fazenda Rio Grande é a “terra da bala”.

 

O Jornal O Repórter tentou novamente contato com a Delegacia e foi informado que a delegada responsável, Gislaine Ortega, está de férias e quem assumiu a função é o delegado Tiago Wladyka, de Araucária. O mesmo só comparece ao município em caso de flagrante.

Informações complementares sobre estes casos você encontrará na Edição Impressa do Jornal O Repórter desta semana!

 

Por: Da Redação
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