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E quando a mídia é picareta?

Picaretagem na gíria é sinônimo de falta de preparo e profissionalismo, mal que se instalou em diversos segmentos profissionais. É muita gente ruim situada em lugares estratégicos fazendo um amontoado de bobagens que é algo monumental. Isso se estende também aos que poderiam estar fazendo o correto, mas fazem o errado conscientes, e sabendo que fazer o errado pode lhes trazer alguma vantagem

Digo isto, por causa das náuseas que a grande mídia vem provocando nos cidadãos com o mínimo de discernimento. Não vamos nem falar de uma grande rede global de comunicação, que é o verdadeiro arcabouço de tudo o que de tendencioso, mesquinho e promíscuo que pode existir na mídia, mas outros canais de mídia impressa, televisiva ou mesmo de rádio difusão que poderiam estar fazendo sua função a contento, e tem tudo para isto, mas preferem se omitir escondendo-se por trás de interesses pessoais munindo-se de duas táticas básicas: Obstrução e desinformação. Querem um exemplo? Temos aí esclarecimentos sobre a reforma da previdência que é determinante para a sobrevida do nosso país, onde a população ainda está carente de verdades e explicações, mas a única fonte de informações é uma internet mentirosa e invencionista. Bolsa de valores batendo recorde, dólar caindo e ninguém dá a mínima. Recém feito um acordo Mercosul – União Europeia que devem mudar os rumos do mercado brasileiro a abrir portas inimagináveis ao crescimento nacional, mas isso não se noticia, o negócio é enfocar o vazamento de supostas conversas do Ministro da Justiça quando este ainda era magistrado, sendo que nem se sabe se as conversas são verdadeiras, e ainda dando moral a uma clonagem que é criminosa de um sujeito cuja reputação não é ilibada.

Quando é o que povo vai merecer abrir um jornal, assistir a um telejornal ou ouvir uma rádio transparente e comprometida com a verdade e a integridade? Bem provável que quando este dia chegar, sejam extintas grandes emissoras de televisão que nada fazem além de tentar pregar que a promiscuidade é normal, que o crime é hábito e que o crescimento econômico é crime. Será o fim da imprensa parcial que não divulga informações que vão contra os interesses dos amigos, ou pior, que inventam fatos para atender interesses politiqueiros e tendenciosos. É muita picaretagem, muita mutreta, muita mentira, muito interesse por trás daquelas ferramentas que deveria ser única fonte confiável de informação da população. Chegamos ao ponto de não ter em quem acreditar!

 

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