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De vice a prefeito, será?

Vice-prefeito de Campo do Tenente fala sobre a sua possível candidatura a prefeitura da cidade

O atual vice-prefeito de Campo do Tenente, Cleomar Komarchewski, que já foi proprietário de mercado e atualmente possui uma loja de utilidades domésticas administrada por sua esposa, afirma que se apaixonou pela carreira de político e não pretende sair dela tão cedo. “Aluguei o mercado para entrar na política e entender melhor como a máquina pública funciona. Atualmente dedico quase todo meu tempo ao setor público, quando não estou na prefeitura, fico estudando e aprendendo como funcionam os trâmites com os deputados estaduais e federais, principalmente para conseguir recursos que melhorem a vida do cidadão tenentiano”, explica Cleomar.

O primeiro contato direto dele com a política foi em 2000, quando perdeu as eleições como vereador por apenas quatro votos e ficou como primeiro suplente até 2004, mas a inspiração vem de muito antes. O seu avô foi o segundo prefeito da cidade e o tio foi o quarto a assumir a prefeitura, além disso, o pai e outros tios também foram vereadores. “O pai sempre me contava que na época não tinha salário, tudo era feito por amor a cidade. Lembrando-me disso, senti que é minha missão fazer a família Komarchewski voltar para a política”, afirma, explicando que quando foi procurado pelo atual prefeito, Jorginho Queje, nas últimas eleições, ele o convidou para ser prefeito ou vice, mas naquele momento ele ainda não tinha tanto conhecimento da vida pública, por isso preferiu começar como vice.

Neto e sobrinho de ex-prefeitos, Cleomar quer seguir a linhagem da família Komarchewski na política

Cleomar possui um gabinete onde, segundo ele, além de resolver suas demandas, fica à disposição da população e também possui um carro para ir a reuniões em Curitiba ou cidades do interior. Ele afirma que sempre acompanha setores de obra, saúde e educação em outros municípios para observar maneiras de melhorar. “Sempre estou participando de visitas e reuniões para aprender como funciona a gestão pública”, comenta.

Apesar de considerar que Jorge está fazendo uma boa administração, mantendo os pagamentos e as certidões do município em dia, Cleomar acredita que a geração de emprego ainda é uma área deficitária na região. “Temos empresas muito boas na cidade, mas ainda falta emprego. Ano que vem serão instaladas uma cooperativa e uma fábrica de pães na cidade, mas estamos em diálogo constante com deputados para ajudar a atrair mais empresas”, explica, afirmando que se for eleito vai dar continuidade ao trabalho iniciado por Jorginho.

Antes de chegar às eleições, assim como qualquer outro possível candidato, Cleomar precisa receber apoio do grupo que faz parte. “Na política tudo é grupo, mas vou colocar meu nome à disposição”, enfatiza o atual vice-prefeito. No entanto, Cleomar afirma que já tem um apoio muito importante: o de Jorginho. “Graças a Deus, eu tenho uma boa amizade com o povo, mas meu acerto com o Jorge sobre o apoio nessas eleições já vem desde quando começamos a parceria. Eu o apoiava na anterior e ele me apoiaria nessa”, explica o possível candidato.

Atualmente, alguns parentes de Cleomar ocupam cargos importantes dentro do município. Questionado sobre manter o emprego desses parentes, caso seja eleito, Cleomar afirma que não vê problema se eles estiverem fazendo um bom trabalho. “Minha irmã é tesoureira, mas é concursada. Também tenho uma prima que é secretária da educação, mas ela ocupa essa função antes mesmo da gestão do Jorginho”, detalha.

Cleomar afirma que se sente responsável para cuidar da cidade, que ele viu crescer enquanto também crescia, pois Campo do Tenente é sua terra natal. “Peço ao eleitorado essa oportunidade, com a experiência de vice-prefeito, para ampliar o que já foi feito na gestão do Jorge. Quero representar o povo de Campo do Tenente, que como o nosso hino diz, é uma terra boa de gente hospitaleira”, pontua.

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