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Crime de assassinato contra estudante em Fazenda Rio Grande gera polêmicas sobre depoimento de testemunha

Após assassinato em Fazenda Rio Grande, que deixou estudante morto a facadas, o depoimento de uma testemunha gerou polêmica. O crime foi no bairro Santa Terezinha, por volta das 19h20, do dia 11 de outubro. De acordo com um amigo que estava com a vítima no momento do crime, dois homens se aproximaram de bicicleta e, sem sequer dar voz de assalto, mostraram uma faca. Ao que os dois tentaram fugir, Luiz Henrique Souza de Araujo, de 18 anos, acabou levando duas facadas no peito e não resistindo.

Segundo depoimento dessa mesma testemunha, eles foram até o Colégio Estadual Dr. Bayard Osna, mas foram impedidos de entrar por chegarem atrasados. Decidiram, então, ir à casa de um amigo, em outro bairro da cidade. O crime ocorreu na Travessa Santa Gisela, no bairro Santa Terezinha e, segundo a polícia, nada foi levado dos estudantes. A vítima não tinha passagem pela polícia, nem envolvimento com o crime.

assassinato em fazenda rio grande
foto: Banda B

O depoimento do amigo, de que eles foram impedidos de assistir às aulas, foi refutado por funcionários do colégio que preferem não se identificar. Segundo eles, os meninos não apareceram nesse dia e há imagens para provar isso.

Eles também alegam que, apesar do regimento escolar não permitir atrasos, no período noturno eles são mais compreensivos, principalmente com quem trabalha. “A gente permite a entrada atrasado, sim. A gente sempre cobra uma declaração no início do ano e pede pra renovar no meio do ano”, contou.

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Além disso, por ser véspera de feriado, eles resolveram fazer uma confraternização com todos os alunos no dia 11. A entrada acabou ficando liberada e nenhum aluno foi mandado para casa, segundo o que alega a escola.

Além da tristeza pela perda de um aluno querido por todos, os funcionários do colégio ficaram chateados com o depoimento falso sobre a escola. “Não sei como a pessoa pode usar a escola pra omitir alguma coisa. Isso que a gente não consegue entender. Por que usou o nome da escola? Isso não procede. Infelizmente foi um depoimento que não bate com a realidade”, disse o funcionário.

Além disso, de acordo com o aplicativo Google Maps, entre o Colégio e o local do crime, são 30 minutos andando. As aulas iniciam às 19h e o crime ocorreu por volta das 19h20. A Delegacia de Fazenda Rio Grande investiga o caso.

Por: Dayanne Wozhiak

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